Meu castelo de areia
Bate a brisa volta e meia
Ruindo os sonhos
Monto meu quebra cabeça
Desligo-me do que me rodeia
Deixando os pensamentos medonhos
Tento me adaptar
Acabo por me esgotar
Preso a teias passadas
Sempre a me enganar
Buscando me normalizar
Mais com asas curtas
Em livre queda
Sufoca-me a ânsia
Da invasão de pensamentos
Vejo que tudo me queima
Praticamente me condena
Malditos, malditos são os sentimentos.
Quero o óbolo pra pagar
Quero o óbolo pra descansar
E tranqüilizar dentre os moribundos
Em esquecimento fazer parar
Em lembrança se transformar
Somente coisas passadas
Vivencia longa, frustrada.
Sem entendimento, cinzenta.
Mais no fim apenas palavras exageradas
0 comentários:
Postar um comentário